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Dia do Trabalhador

1º de maio: união pelo Brasil

O que nos move, assim como mobiliza os empresários gaúchos e brasileiros, é a certeza de que não existe país desenvolvido sem uma indústria desenvolvida tecnologicamente e com trabalhadores qualificados e bem remunerados.

Em abril, desde o Rio Grande do Sul, demos a largada em um vigoroso movimento nacional contra a desindustrialização que tem levado diversos setores produtivos à falência e os trabalhadores ao desemprego. Em parceria histórica com vários segmentos empresariais, alertamos o governo para a situação, exigimos medidas emergenciais e política industrial para o país. Em resposta à mobilização que, posteriormente, reuniu cerca de 90 mil pessoas em São Paulo, os governos estadual e federal já apresentaram propostas, ainda que tímidas, para enfrentar o problema que se torna cada dia mais grave.

O que nos move, assim como mobiliza os empresários gaúchos e brasileiros, é a certeza de que não existe país desenvolvido sem uma indústria desenvolvida tecnologicamente e com trabalhadores qualificados e bem remunerados. Exportamos produtos primários como soja, algodão, café e aço, entre outros, para depois importar os produtos manufaturados, que inundam, sem qualquer controle, o mercado consumidor nacional. Além disso, o país ainda vem sendo invadido por importações predatórias, em especial da China, além de sofrer com práticas comerciais predatórias.

Diante disso, o Brasil precisa colocar-se à altura de suas potencialidades, deixando para trás definitivamente a imposição externa e secular de colônia subdesenvolvida e mera exportadora de matérias-primas. Para isso, é preciso revolucionar a educação nacional, desde a base, com educação integral para crianças e jovens, até as universidades, e promover o desenvolvimento científico e tecnológico. Mas também é necessário interromper a sangria financeira que resulta dos mais altos juros do mundo, praticados no país, e reduzir os impostos, também pesados, que sufocam a produção nacional.

Nos anos 30, com Getúlio Vargas, dotamos o país da infraestrutura e da política industrial necessária para aquele momento, abrindo o caminho para a construção da economia e da nacionalidade brasileira. Mais recentemente, nos somamos à luta de Leonel Brizola para colocar a educação no centro dos objetivos nacionais fundamentais para o desenvolvimento do país. Na década passada, com Lula, ajudamos a promover o fortalecimento do mercado interno, com estabilidade no emprego e distribuição de renda. Agora, vamos fazer deste 1 de maio um marco da união do país para promover a independência definitiva do Brasil.

Clàudio Janta - presidente regional da Força Sindical

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