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Calamidade no final de ano dos trabalhadores

Artigo do presidente licenciado da Central, Clàudio Janta

Este ano a população gaúcha terá um Natal um pouco mais amargo. As dificuldades que a economia enfrentou durante todo 2016 também serão percebidas nas festas de final de ano. A expectativa é que a comercialização de presentes seja inferior à que foi verificada em 2015 no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre.

Fatores como inflação e juros altos e desemprego resultarão em uma diminuição das vendas. Junto a isso acontece a votação do pacote de maldades para a reestruturação do Estado, enviados pelo governo José Ivo Sartori. A situação não foi sanada nem mesmo com a renegociação da dívida, o corte de despesas, o parcelamento do salário do funcionalismo e a falta de perspectiva para o pagamento do 13º salário. Segundo o governo, serão demitidos entre 1,1 mil e 1,2 mil servidores – entre efetivos e cargos de confiança. Além do impacto no patrimônio do povo gaúcho, que deverá ser algo sem precedentes na história do nosso Estado, fica o descaso com os trabalhadores e suas famílias.

Este clima de insegurança reflete diretamente na queda das vendas para as festas de final de ano. A Confederação Nacional do Comércio (CNC) indica que 2016 vai fechar o seu período com 3,6 milhões de desempregados A MAIS do que em dezembro de 2015. Diante disto o governador Sartori ainda pretende ajudar a elevar este número - que já é alto o suficiente para causar preocupação e uma verdadeira calamidade socioeconômica.

Nesta atitude tardia e equivocada, o pacote visa a extinção da Companhia Rio Grandense de Artes Gráficas (Corag), que nos últimos sete anos teve lucro médio de R$ 9 milhões e, entre 2012 e 2016, repassou para os cofres do Estado R$ 55,2 milhões. Só quem pode se beneficiar com esta extinção é o setor privado. Outro exemplo é a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos do Estado (FDRH) está no rol de instituições que podem ser extintas, que gera lucro de 12 vezes mais e efetiva políticas públicas como inclusão de jovens no mercado de trabalho.

O desgoverno do Sartori traz projetos que destroem a administração pública e como uma bomba que atinge em cheio os servidores corroendo os seus sagrados direitos salariais, determinando o fim dos seus empregos ampliando o flagelo do desemprego.

Para fazer com que a economia se recupere, o governo tem de reavaliar seus conceitos e não preferir aumentar o desemprego e promover cortes em áreas essenciais. Na verdade, a crise financeira do Estado vai penar muitas famílias de trabalhadores e deixar apenas o desejo que o próximo ano seja mais próspero.


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