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Impopularidade e incompetência nos primeiros meses de desgoverno

A impopularidade também se mostra em todos os aspectos avaliados: combate à fome, desemprego, inflação e impostos.

A presidente Dilma Rousseff enfrenta hoje o maior índice de rejeição desde o governo Collor. Segundo pesquisa do IBOPE divulgada nesta quinta-feira, o índice de eleitores que avaliaram o governo da petista como “ruim” ou “péssimo” é de 64%.

É a mais alta taxa de reprovação de um presidente desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, que era de 68%. A impopularidade também se mostra em todos os aspectos avaliados: combate à fome, desemprego, inflação e impostos.

Essa rejeição é reflexo de tantos escândalos no país, protagonizados pelo PT, principal partido político envolvido nos casos.

Uma das atitudes que o brasileiro mais preserva é a palavra. Dilma prometeu que não iria mexer nos direitos dos trabalhadores nem que a vaca tussa. E a vaca tossiu! Mais de 10 milhões de trabalhadores não vão receber o seguro-desemprego este ano e cerca de 23 milhões de pessoas serão afetadas pelas mudanças nas regras do Abono Salarial (PIS). Ela não só escondeu várias medidas impopulares que tomou, como também negou que ia fazer.

Dilma prometeu que iria combater a inflação, trabalhar com a equipe econômica voltada para o crescimento e desenvolvimento. E o que vemos crescer são as crises neste país, é a roubalheira no HSBC, sem falar no maior escândalo de corrupção do mundo, envolvendo a Petrobrás, que é mísero trocado perto da roubalheira do BNDES.

Enquanto o trabalhador paga valores altíssimos no Imposto de Renda, o governo Dilma rasga seu compromisso com os trabalhadores, especialmente com aqueles que ganham menos.

Enquanto o trabalhador paga um preço absurdo para assistir um filme no cinema, vemos um bando de artistas se beneficiando com a Lei Rouanet e a Lei de Incentivo à Cultura. É a famigerada política de incentivos fiscais, que possibilita a aplicação de uma parte do Imposto de Renda em ações culturais, fazendo girar milhões em projetos culturais pelo país. A surpresa é que o dinheiro está sendo desviado e aplicado na Suíça. 

O que o povo quer é ver corruptos, sejam políticos, artistas ou banqueiros, na CADEIA. Mas é nítido que as mudanças que os brasileiros tanto querem terão que começar a sair da gaveta, especialmente a Reforma Política, que parece ser a via mais eficaz no combate à corrupção para exterminar os ratos que corroem as estruturas do Brasil.

Clàudio Janta

Presidente da Força Sindical-RS

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