Artigo

Artigo

Juros: Até quando andaremos na contramão?

Até a Turquia deixou o Brasil para trás. Até pouco atrás, a Turquia era o único país que tinha juros mais altos que o Brasil. Numa ofensiva radical para tentar reverter o rumo das economias frente à drastica crise financeira, os principais bancos centrais da Europa e EUA anunciaram cortes recordes nas taxas de juros. Em dezembro, o Banco Central Europeu reduziu sua taxa de juro de 3,25% para 2,5% nos 15 países da zona do euro. Foi o terceiro corte em três meses e o maior de uma só vez em dez anos de históri

Até a Turquia deixou o Brasil para trás. Até pouco atrás, a Turquia era o único país que tinha juros mais altos que o Brasil. Numa ofensiva radical para tentar reverter o rumo das economias frente à drastica crise financeira, os principais bancos centrais da Europa e EUA anunciaram cortes recordes nas taxas de juros. Em dezembro, o Banco Central Europeu reduziu sua taxa de juro de 3,25% para 2,5% nos 15 países da zona do euro. Foi o terceiro corte em três meses e o maior de uma só vez em dez anos de história. Já o Banco da Inglaterra reduziu o juro aos menores níveis já praticados no país, passando de 3% para 2%. Com isso, o país volta a praticar juros iguais aos da década de 1930 e de 1951. Até quando o Brasil continuará na contramão?

Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia a nova taxa básica de juros (Selic), que atualmente está em 13,75% ao ano. A atual conjuntura, com queda do consumo, da produção e a forte onda demissões clama pelo corte nos juros. Isso mostra a urgência na necessidade de redução da taxa. O Banco Central prioriza o combate à inflação, de modo que o crescimento da economia e o emprego ficam relegados a um segundo plano. Ora, a principal preocupação do Cupom, a inflação, já deu sinais de desaceleração no ultimo semestre de 2008. As metas inflacionárias foram totalmente cumpridas no ano passado. Não podemos esperar mais. Se não houver esse corte a locomotiva vai parar. O Banco Central tem um valioso instrumento para estimular a economia. As condições estão mais que postas. A Força Sindical não vai deixar que o assalariado pague o pato, nossa pressão pela redução dos juros e pela geração de renda e emprego continua e cada vez mais veemente. Acreditamos na economia forte voltada para o mercado interno e livre das especulações dos grandes banqueiros. Queremos produção ou invés de especulação.

Clàudio Janta - Presidente da Força Sindical -RS

Enviar artigo para amigo(a)

Imagem de verificação

Outros artigos

Twitter

Jornais

Vídeos

8º Congresso da Força Sindical-RS

Confira os principais momentos do Congresso Estadual da Central

Outros vídeos

Campanhas






Quem somos

Sobre a Força Diretoria Atuação no Estado Metas Filiados

Secretarias

Juventude Meio ambiente Formação Sindical Saúde do trabalhador

Materias oficias

Álbum de fotos Vídeos Jornais Logotipos da Força Jingles

Publicações

Notícias Agenda Tweets Interativas Artigos

Comunicação

Fale conosco Informativo Canal RSS Como chegar Mapa do site

Campanhas

Fórum Social Mundial Faixa de Fronteira 2015 Bioma Pampa Posto de Saúde 24h Trabalho Decente
Força Sindical do Rio Grande do Sul
Cristovão Colombo, 203 - Porto Alegre
Rio Grande do Sul, Brasil
CEP 90560-003 - Fone: (51) 3228.0098
contato@fsindical-rs.org.br