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Mensalão: julgamento independente

O ato de bravura dos Ministros do STF está eivado de bons propósitos, de competência e de lisura

A mais alta corte do judiciário brasileiro vive um exposição na mídia nunca antes vista na história do país. Um motivo nobre preside aparição cotidiana dos magistrados, que os faz conhecidos de nome por milhões de brasileiros. A iniciativa e o empenho nunca antes presenciados, no julgamento do "mensalão", se assemelham ao que ocorreu com a operação Mãos Limpas, na Itália, quanto a justiça levou à prisão vários senadores da república por atos de corrupção e bem eficiamento ilícito, obtidos com a influência do cargo que a população lhes havia outorgado.

O ato de bravura dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) está eivado de bons propósitos, de competência e de lisura. Há que se  destacar, em primeiro lugar, a independência dos magistrados. Decisões incontestáveis são tomadas de modo criterioso. Há que se afirmar, que não basta levar ao banco dos réus os executores do esquema de desvio de recurso público, mas, também os mandantes e mentores do "mensalão".

As decisões insuspeitas comprovam a seriedade deste grande julgamento, que se torna referência para o judiciário brasileiro e mundial, dada a profundidade da averiguação, o volume de informações recolhidas, a precisão das provas, a clarividência dos argumentos, o embasamento legal das decisões e a correta aplicação das penalidades. Não bastasse a confirmação do resultado, já esperado pela nação, o cenário do julgamento contribui de modo particular para que o país e seus "filhos" cresçam na consciência política de avaliar com maior precisão as escolhas de parlamentares e demais representantes eleitos, para dirigir as instituições públicas.

Louva-se o ato que ora estamos acompanhando, inclusive, com a retirada do passaporte dos condenados. A sociedade espera ainda que o erário público seja ressarcido. Porque, não basta uma decretação de prisão, que abreviadamente seja cumprida, os brasileiros  esperam que o recurso público volte aos cofres do Estado, para que seja destinado a sua verdadeira finalidade. Depois, a sociedade espera ansiosa que o órgão máximo do judiciário dê prosseguimento, julgue e penalize a todos os demais envolvidos em denúncia, com provas recolhidas e comprometedoras, para que não paire nenhuma dúvida quanto à independência do poder judiciário, o país resgate a confiança nas instituições e passe a história a limpo.

*Antônio Johann é presidente do SENALBA/RS

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