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O FSM Temático pode acabar? Não, mas o sectarismo sim.

O FSM Temático deve ser consolidado, cada vez mais como um ambiente democrático, à medida que consegue reunir, em dimensões globais, diversas representações que possuem ideologias distintas.

Mais uma edição do Fórum Social Mundial Temático em Porto Alegre se aproxima, e com ela cresce a expectativa do movimento sindical fortalecer suas bases com a prospecção de alternativas elaboradas a partir do diálogo com representações mundiais.

Nessa esfera, o FSM é um ambiente para o exercício da democracia sem espaço para o sectarismo e contrário a qualquer postura sectária. Este evento deve ser consolidado, cada vez mais como um ambiente democrático, à medida que consegue reunir, em dimensões globais, diversas representações que possuem ideologias distintas, mas que pleiteiam algo em comum, ou seja, soluções que caminhem para uma unificação de globalização solidária, onde o respeito pelo ser humano impera.

O que buscamos com o FSMT, é encontrar alternativas através do diálogo centrado, com exposição de ideias, que por vezes poderão divergir de outras esferas, mas que devem, assim como as outras, serem ouvidas para que sejam impulsionadoras de soluções para tantos problemas que assolam principalmente a classe trabalhadora.

É obvio que cada representação têm seus interesses, assim como têm responsabilidades com os membros com as quais se comprometeram representar, é por esta razão que as ideias devem ser expostas, as ideologias apresentadas e argumentadas pelos movimentos, para que reflexões sejam praticadas em torno das inúmeras temáticas que irão ser postas nessa edição.

Um exemplo de prática dessas ações concretizadas pelos movimentos que idealizam o Fórum é a participação efetiva também da Força Sindical-RS, que sempre esteve a postos em outras edições com seus dirigentes, opinando, discutindo e propondo ações para melhorias, o que não irá ser diferente desta vez.

Dessa forma, a afirmação que faço logo no título, “O FSM Temático pode acabar? Não, mas o sectarismo sim” é para que possamos refletir sobre a questão de que não iremos longe sozinhos, pois como já diz o ditado “a união faz a força”. E esta força só pode ser construída através de mentes abertas à troca de diálogo e experiências, fazendo com que este grande evento global se fortaleça ainda mais.


Clàudio Janta - presidente da Força Sindical-RS e vereador

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