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Onde estão os professores

Existiu um tempo em que ser professor era prestígio para as famílias, símbolo de amor ao ensino. Hoje, o Brasil forma cada vez menos profissionais para ensinar. Pelo segundo ano consecutivo aconteceu uma redução na área. Um dado que preocupa foi divulgado pela imprensa, em números absolutos, foram três mil e trezentos formandos a menos em áreas de licenciatura.

Existiu um tempo em que ser professor era prestígio para as famílias, símbolo de amor ao ensino. Hoje, o Brasil forma cada vez menos profissionais para ensinar. Pelo segundo ano consecutivo aconteceu uma redução na área. Um dado que preocupa foi divulgado pela imprensa, em números absolutos, foram três mil e trezentos formandos a menos em áreas de licenciatura.

A falta de professores é grande, principalmente de 5ª a 8ª série e aqueles que ainda atuam na área têm como missão ensinar crianças e adolescentes constantemente influenciados pela tecnologia usando o velho quadro negro e um giz.

Mas a falta de condições apresentadas a essa classe de trabalhadores não fica só por aí, os baixos salários também preocupam, afinal, como um professor tem condições de passar conceitos, ensinamentos, formar culturalmente um futuro cidadão pensando nas contas e no salário que nem sempre consegue chegar ao final do mês?

Além do baixo salário, a falta de respeito com que os profissionais estão sendo tratados pelos alunos também impossibilita o cumprimento de sua missão. Antigamente os alunos respeitavam a autoridade de quem estava à frente da sala de aula, mas a Veja online divulga dados que mostram que o respeito à figura do “mestre” já não existe mais. Segundo a matéria,entre as principais razões para o desestímulo dos professores está a dificuldade para manter a disciplina dos alunos, que faltam com o respeito e têm comportamento rebelde e desinteresse pelas aulas.

Observando esses dados, se questiona até a criação das nossas crianças. Meninos e meninas que não estão sendo educados pelos pais, que acabaram passando a missão de ensinar valores também para a escola.

A situação, que já não estava boa, acaba ficando ainda pior. É preciso dar incentivo para a categoria. Valorizar não apenas a questão salarial, mas também proporcionar qualificação para estimular aos jovens seguir a licenciatura. O sistema de cotas deveria estar voltado para esses cursos, contribuindo para o aumento de profissionais para lecionar em áreas como história, geografia, matemática, português, biologia e em escolas públicas, garantindo à nossa população um ensino de qualidade. É preciso criar ações que valorizem e tragam de volta respeito aos profissionais que formam nossos cidadãos culturalmente, de forma integrada com as famílias, que devem continuar sendo responsáveis por passar os valores morais.

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