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Trabalhador na luta pelo crescimento e aumento da renda

Bastou a Câmara dos Deputados aprovar o projeto de lei de reconhecimento das centrais sindicais para setores atrasados da sociedade iniciarem um processo de ataque contra os trabalhadores e as suas lideranças.

Bastou a Câmara dos Deputados aprovar o projeto de lei de reconhecimento das centrais sindicais para setores atrasados da sociedade iniciarem um processo de ataque contra os trabalhadores e as suas lideranças. Eles têm utilizado todo o tipo de argumentos caluniosos para tentar afastar os trabalhadores de suas entidades legítimas.

Na verdade, o movimento sindical tem hoje um papel destacado na sociedade, tem conquistado benefícios importantes para os assalariados e é um dos responsáveis pelo início do processo de distribuição de renda e de crescimento econômico do país.

Na luta por reajustes de salários, as centrais sindicais firmaram acordo com o governo até o ano de 2023 para a recuperação do poder de compra do salário mínimo. O índice de aumento será composto pela reposição da inflação mais a variação do PIB.

O trabalho de luta conduzido pelo movimento sindical nos últimos anos resultou em ótimos acordos coletivos. Segundo o Dieese, 96% das 715 negociações salariais realizadas em 2007 asseguraram, no mínimo, reajustes de acordo com a inflação do período. Além disso, 88% das convenções coletivas conquistaram aumento real de salários, o que equivale a 627 acordos.

Com um mercado interno forte, por causa do aumento do poder aquisitivo da população, o PIB cresceu 5,4% no ano passado. É lógico que a economia ajudou as negociações, porém o trabalho das centrais e dos sindicatos foi preponderante.

De acordo com o Diap e com o “Valor Online”, o movimento sindical conquistou uma dezena de benefícios nas negociações com o governo Lula. Além do salário-mínimo e do enquadramento das centrais, destacam-se a retirada do Congresso do projeto de reforma da CLT; veto à emenda 3 da Super Receita;correção da tabela do Imposto de Renda; MP do comércio aos domingos; envio ao Congresso das Convenções 151 e 158 da OIT; e reajuste salarial dos servidores.

Portanto, são injustas as acusações de uso da máquina em benefício próprio e de descaso para com os problemas dos trabalhadores endereçadas às lideranças sindicais. Nosso desempenho está demonstrado com os números e a qualidade das nossas (de todos os trabalhadores) conquistas.

Clàudio Janta, Presidente da Força Sindical-RS

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